Author Archives: Erick Sasse

TPodcast 8 – Vivendo nas Nuvens

Neste episódio conversamos sobre vários assuntos relacionados a nuvem. Amazon Web Services, que foi lançado este mês no Brasil, Windows Azure, Google App Engine, iTune Store, iTunes Match, além de eventos que participamos e dos comentários gerados no último episódio.

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E como sempre, aguardamos comentários e sugestões para os novos episódios!

TPodcast 7 – Entrevista com Presidente da Embarcadero do Brasil

Neste episódio recebemos José Eugênio Braga, presidente da Embarcadero do Brasil, e Kelver Merlotti, gerente de treinamento, onde discutimos os 10 tópicos mais votados pelos ouvintes e outros assuntos relacionados:

  • Preço da ferramenta
  • Burocracia para compra
  • Versão gratuita
  • Parcerias com instituições de ensino
  • Treinamentos oficiais e centros de treinamento
  • Apoio a projetos open source
  • Futuro da VCL
  • Quantidade de desenvolvedores Delphi no Brasil e no mundo
  • Pirataria
  • Grupo Delphi Certificação
  • Portal da Embarcadero do Brasil

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Presidente da Embarcadero do Brasil no TPodcast

Inicialmente a idéia era ter o Kelver Merlotti, gerente de treinamento da Embarcadero, como convidado para o TPodcast, mas depois de tantas perguntas não relacionadas a treinamento, o presidente da Embarcadero, José Eugênio Braga, se interessou em participar, para poder responder de forma mais abrangente as questões dos desenvolvedores brasileiros.

A gravação que estava agendada para ontem, foi adiada para 05/12. Portanto, continuem contribuindo com as perguntas no Google Moderator. Vamos selecionar as mais votadas até 30/11 para poder enviar a eles com antecedência.

Acho que é uma boa oportunidade de ouvir os planos da Embarcadero no Brasil, fazer reclamações, dar feedback, elogiar, etc. Participem!

Kelver Merlotti da Embarcadero no próximo TPodcast

No próximo episódio do TPodcast nosso convidado será o Kelver Merlotti, gerente de treinamento da Embarcadero do Brasil.

Ajude a escolher as perguntas que faremos a ele através do Google Moderator.

Envie suas perguntas ou vote em perguntas existentes. As mais votadas serão utilizadas durante a gravação, que deve acontecer na próxima segunda, então não deixe de participar.

TPodcast 6 – Windows 8

Neste episódio eu, Erick Sasse, e Leonel Togniolli discutimos os seguintes assuntos:

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Meu Momento Favorito de Steve Jobs

Pouco mais de um mês atrás, quando Steve Jobs renunciou ao cargo de CEO da Apple, separei esse video para postar no blog, mas decidi que aguardaria mais um pouco, pois um momento mais triste ainda estaria por vir.

Agora que ele se foi, gostaria de compartilhar esse famoso e belo discurso, que é certamente meu momento favorito dele:

Obrigado Steve! Seu impacto no mundo da tecnologia será lembrado por muito tempo.

TPodcast 5 – O Mês dos Eventos

Neste episódio eu e Leonel discutimos os vários eventos de desenvolvimento que participamos no mês de setembro, além de uma série de outros:

A idéia era falar do Windows 8 também, mas como acabou ficando extenso, decidimos adiar para o próximo episódio.

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Buscando comentários sobre drivers dbExpress do Delphi

Há anos venho utilizando drivers dbExpress de terceiros (DevArt) em meus aplicativos. O motivo é simples: sempre comprei Delphi Professional, que não traz drivers para Firebird e MSSQL.

No Delphi XE2 fiz upgrade de todas as licenças para Enterprise, e esta versão já traz os drivers. Então estou considerando migrar dos drivers da DevArt para eles, e ter um produto de terceiro a menos para me preocupar.

Gostaria de saber de quem usa esses drivers se estão satisfeitos. Só preciso acessar Firebird 2.5+ e SQL Server 2005+. Agradeço qualquer comentário.

Netflix: Usei e gostei, mas precisa melhorar

A Netflix finalmente chegou ao Brasil com seu serviço de vídeo via streaming. Como eu já estava interessado no serviço há muito tempo, assim que recebi o e-mail informando que estava disponível, já me inscrevi para o teste de um mês gratuito.

Inicialmente testei no notebook e me decepcionei, pois a qualidade de video era bem baixa. Desanimei.

Um dia depois resolvi testar no PS3, onde é possível baixar o aplicativo da Netflix e logar com a mesma conta do site. A experiência foi bem melhor. No PS3, após alguns segundos de vídeo ruim, a imagem vai melhorando até chegar em HD, e com a minha conexão de 10 mega da Net, ficou totalmente estável em HD. Assisti um filme inteiro de 2 horas e só percebi a qualidade da imagem reduzir uma única vez por poucos segundos. Achei excelente.

Fiz mais testes com o PC e percebi que se tiver um pouco mais de paciência, a imagem também pode ficar muito boa, porém a estabilidade é bem menor da que consegui no PS3. Talvez seja porque o notebook é conectado via wifi. Já o PS3 está conectado via cabo.

Ainda disso, existem outros problemas menores, como por exemplo vários filmes tem apenas versão dublada em português, ou em alguns casos, apenas espanhol. Também percebi problemas em visualizar alguns caracteres acentuados em legendas no notebook. No PS3 não percebi esse problema.

O acervo decepcionou. Não existem lançamentos. O conteúdo mais novo que encontrei foi de 2008, e mesmo assim é bem raro. A maioria é bem mais velha que isso. E apesar de ter muita coisa boa, falta muita coisa também.

Um detalhe engraçado são algumas traduções dos gêneros de filmes como “filmes sobre carniceiros e assassinos em série”, ou coisas do tipo “filmes para crianças com animais que falam”, ou ainda “filmes tórridos”.

Mas no final das contas a experiência que tive no PS3 valeu muito a pena. Consigo controlar o aplicativo todo usando meu controle remoto e ficou muito simples para navegar pelo acervo e começar assistir qualquer coisa instantaneamente.

Em breve vai estar disponível também no Xbox 360, iPhone, iPad e outros. E por enquanto, eles conseguiram garantir os meus R$14,99 por mês.

 

 

 

 

 

TPodcast 4 – Novidades do Delphi XE2

Neste episódio:

  • Minha experiência de upgrade no Mac para o Mac OS X Lion e algumas novidades que ele traz.
  • Fim dos softwares da Apple vendidos em caixa.
  • Prova de certificação Delphi. Eu fiz e como foi.
  • Provinha do Google Developer Day solucionada em Delphi.
  • Qual o melhor livro sobre Delphi? (Respondemos a pergunta enviada pelo Ricardo Ramos)
  • Novidades do Delphi XE2
  • Suporte a Windows 64 e quem precisa disso (artigo para referência: The Future of Delphi Compiler)
  • FireMonkey
  • Suporte a Mac OS X
  • Suporte a iOS
  • LiveBindings
  • VCL Styles
  • DataSnap Mobile Connectors
  • FastReport 4 (e seus PDFs que só funcionam no Windows)
  • Documentation Insight
  • Blog Delphi for Mac

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Prova de Certificação Delphi Developer

Recentemente a Embarcadero ressuscitou o programa de certificação para desenvolvedores Delphi, conforme comentamos no episódio #03 do TPodcast.  São dois níveis, Delphi Developer e Delphi Master Developer.

Junto com a volta do programa, ela presenteou todos os donos de Delphi registrado com um voucher para fazer a prova do primeiro nível, Delphi Developer, gratuitamente. Não tinha intenção em me certificar, mas já que era free, porque não experimentar?

São 60 questões de diversas categorias como fundamentos, tipos de dados, variáveis, procedures e functions, classes e objetos, interfaces, pacotes, gerenciamento de memória, banco de dados, etc. Você tem 60 minutos para responder todas.

Eu fiz em 30 minutos e acertei 58 de 60. Infelizmente não consegui descobrir quais errei.

A prova é fácil. Eu fui praticamente lendo, selecionando e pulando para a próxima. Em média gastei 30 segundos por questão. O conteúdo é algo que todo desenvolvedor Delphi realmente deveria saber sem pensar muito. Se esse era o objetivo da prova, acho que foi alcançado.

Ao final, se você for aprovado, tem direito a baixar um certificado em PDF de 9 MB assinado pelo David I:

 

Conforme eu já comentei no TPodcast, se você é um desenvolvedor Delphi, eu acho que vale a pena investir nessa certificação. Eu certamente daria uma atenção especial ao currículo de um desenvolvedor certificado, só pelo fato de ele ter ido atrás, ter tido o interesse em fazer a prova, investido tempo nisso, etc. Master Developer certamente teria um peso bem maior, mas até esse primeiro certificado, já seria um bom diferencial.

 

Prova do Google Developer Day em Delphi

Essa foi a primeira vez que decidi resolver a prova proposta pelo Google para quem quer participar do Google Developer Day.

Basicamente você tinha que escrever código para ler e extrair informações de um texto. Palavras que tem tamanho X e começam com letras específicas, palavras que tem tamanho Y e não possuem determinada letra, converter palavras em números usando uma formula maluca deles, ordenar o texto usando uma ordem de alfabeto totalmente diferente do nosso. Coisas desse tipo.

O mais interessante é que eles deram dois textos, em um deles já informando as respostas e o outro é o que você tinha que usar para responder. Isso facilitou muito.

Decidi usar TDD. Criei minha classe para fazer a leitura do texto com os métodos e propriedades que ela precisaria expor para me informar as respostas e antes de codificar a classe, já escrevi os testes baseados nas respostas do texto A. Rodei os testes e obviamente todos falharam, a partir daí comecei a codificar para cada um dos testes passar. Depois dos testes passarem, fiz um segundo projeto com interface visual, permitindo que o usuário digitasse qualquer texto em “Googlon”, que seria automaticamente processado pelo meu parser.

O bom desse tipo de abordagem é que depois você pode refatorar o código sem medo, pois está protegido pelos testes. Se caso você quebre alguma coisa, vai saber imediatamente. Tanto que quando estava escrevendo esse post, percebi que eu tinha uma lista totalmente desnecessária na minha classe. Removi e rodei os testes. Todos passaram, o que quer dizer que não quebrei nada. Não precisei sequer rodar o projeto com a interface visual para testar a mudança. Ou seja, além de tranquilidade, TDD te dá muito mais produtividade, pois você consegue alterar o código com muito mais rapidez.

As duas coisas que deram mais trabalho na solução do problema em Delphi foram:

  • Ordenar a string usando um alfabeto ordenado de forma diferente do nosso. Eu tinha certeza que existia algum algoritmo testado e comprovado para isso, pois é algo que já deve ter sido feito milhões de vezes. Perdi tempo procurando. Por fim não encontrei e fiz o meu mesmo. Ele vai comparando letra por letra e quando a letra é igual, compara a próxima. Se não existir a próxima letra em uma das palavras, ela é menor.
  • Perceber que o Delphi estava silenciosamente informando valores inválidos quando estourava a capacidade do tipo Integer. Isso eu achei bem estranho, pois esperava que fosse levantada uma exception em caso de estourar o tipo. Por algum motivo que ainda não descobri, o código que eu escrevi para converter a palavra para valor numérico não levanta nada, simplesmente informa o valor errado se você usar Integer. O que acontece é que, não sei por qual motivo, o Delphi vem por padrão com “Range Checking” desativado (valeu Cesar!). Ativando esta opção, o código quebra e você consegue perceber o problema imediatamente. Troquei para Int64 e resolveu.

Enfim, levei duas ou três horas para resolver os problemas e acho que valeu o desafio. Principalmente para ficar ainda mais atento com as limitações dos tipos (como no caso do Integer) e o tal do Range Checking desativado por padrão.

Acho que vale a pena tentar resolver, principalmente porque a prova é diferente para cada um. Esse é o link para a prova, e você pode fazer mesmo que não pretenda participar do evento. Meu projeto completo está aqui, mas recomendo você fazer o seu antes de analisar o meu. Quem sabe você não tem idéias muito melhores?

Novidades do Delphi XE2

Algumas novidades da nova versão do Delphi foram anunciadas. As mais importantes na minha opinião são:

  • Suporte a criar aplicativos nativos para Windows 64-bit.
  • Suporte a criar aplicativos nativos para Mac OS.
  • Novo framework visual FireMonkey, com suporte a aceleração 3D.
  • LiveBindings, que vai permitir conectar qualquer elemento visual com qualquer tipo de dado.

O RAD Studio XE2 World Tour vai apresentar as novidades em mais de 30 países, incluindo obviamente o Brasil.

Também é possível se inscrever em uma promoção que vai sortear algumas cópias da ferramenta.

Minha opinião inicial, sem saber muito como cada recurso vai funcionar, é que são melhorias muito bem-vindas. Windows 64, LiveBindings e provavelmente até FireMonkey, já tenho onde aplicar. Mac OS acho que dificilmente me será útil, como já tinha comentado anteriormente.

E vocês, o que acharam? Quais são as novidades mais importantes? Deixe seus comentários aqui no post ou mande um comentário gravado em audio por e-mail, para que possamos utilizar no próximo episódio do TPodcast.

TPodcast 3 – Injeção de Dependência com Magno Machado

Neste episódio tivemos a participação do Magno Machado, conhecido desenvolvedor, que dentre outros projetos, é autor do framework Emballo para Delphi.

Comentamos vários assuntos como:

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E como sempre, mandem feedback!

Sobre a qualidade do áudio e edição, ainda estou aprendendo e fazendo experimentações para achar as ferramentas e plataforma que me sinto mais confortável e que eu consiga produzir algo de mais qualidade. Por problema de BIOS, esse episódio saiu em mono, mas os próximos pretendo produzir em estéreo. Isso vai deixar ele com o dobro de tamanho, mas deve melhorar bem a qualidade, principalmente agora que temos um super jingle de abertura e encerramento.

Review Controle Universal Logitech Harmony One

Hoje em dia todo mundo tem muitos controles na sala de TV, e é um inferno ficar encontrando o controle certo para cada operação. O controler do decoder da TV a cabo muda o canal, o do home theater controla o volume, o da TV controla a entrada correta dependendo do aparelho que deseja usar e por aí vai. No meu caso a TV e o HT são da mesma marca e os controles praticamente idênticos mas com funções diferentes, tornando a confusão ainda maior.

Eu nunca acreditei em controles remotos universais. Mas depois que eu vi este post do Scott Hanselman, decidi que precisava de um Logitech Harmony One.

Ele não é simplesmente um controle que consegue se comunicar com todos os equipamentos. Ele é um controle programável de acordo com as suas atividades. Por exemplo, quando eu quero assistir TV a cabo, eu seleciono essa atividade no controle e ele liga todos os equipamentos envolvidos, ou seja, TV, Home Theater e decoder da NET. Além disso, ele já configura a TV na entrada HDMI correta onde o decoder está plugado e também seleciona a entrada de áudio correta no HT. Ele deixa tudo ligado e configurado com um único toque.

Outro exemplo. Minha TV tem 3 entradas HDMI, mas eu tenho 5 equipamentos, então comprei um HDMI switcher para conseguir conectar todos os dispositivos na TV. Minha Apple TV e meu PS3 estão ligados nesse switcher. Quando eu digo para o controle que eu quero usar um desses equipamentos, ele já configura a TV para a entrada do switcher e também comanda o switcher para mostrar o dispositivo correto. Não importa a quantidade de equipamentos envolvidos, tudo é ligado e configurado com um único toque.

Mais um detalhe muito importante: ele manda os comandos automaticamente para os dispositivos corretos. Se eu estou assistindo TV a cabo e aciono as teclas de mudança de canal, ele envia os comandos corretamente para o decoder da NET. Se eu aciono as teclas de volume, ele envia os comandos para o Home Theater. Tudo muito prático.

Se estou assistindo TV e decido jogar Xbox 360, aciono o controle e ele sabe que não vai precisar do decoder da NET para essa atividade, então ele desliga automaticamente todos os dispositivos que estavam em uso na tarefa anterior e que não serão necessários na próxima. Em um toque.

Lógico que ele não faz nada disso por mágica. O processo inicial de configuração é demorado, pois você precisa cadastrar todos os seus equipamentos e atividades. Especificar as entradas, quais equipamentos são usados em cada atividade, etc. Mas depois disso é só alegria.

O banco de dados deles é impressionante. Todos meus equipamentos estavam lá. E mesmo que você tenha um dispositivo qualquer que não se encontra cadastrado, o controle tem a capacidade de aprender qualquer comando infravermelho. Você coloca seu controle atual em frente ao Harmony One e ele “lê” e salva o comando.

Toda a configuração é feita no PC (ou Mac no meu caso), através de um aplicativo bem ruinzinho, mas que felizmente você vai usar muito pouco. Quando tudo configurado, pluga o controle via USB e atualiza.

E os recursos não param por aí. O controle tem bateria recarregável e vem com um elegante dock para ficar carregando quando não esta em uso. Além disso tem sensor de movimento. Pegou ele na mão já acende as teclas e a tela, que é sensível ao toque.

Enfim, é um equipamento que superou muito minhas expectativas e está certamente entre os mais úteis que tenho na minha casa hoje. Não é barato. Acho que paguei US$180 lá nos EUA, mas valeu cada centavo e recomendo pra todo mundo. Substituiu todos os meus outros controles com muito sucesso.

PS: Este foi meu primeiro post utilizando Blogsy no iPad. Qualquer coisa estranha, me avisem. :)

PDF do Fast Report compatível apenas com Windows

O Fast Report é com certeza um dos principais gerenciadores de relatório usado pelos desenvolvedores Delphi. É também o que eu uso em meus sistemas.

O formato PDF, que, pra quem não sabe, significa Portable Document Format, tem como seu principal objetivo ser um formato para troca de arquivos com “formatação rica”. Ou seja, quando você usa este formato, o objetivo é saber que seu documento vai manter a aparência visual não importa em qual aplicativo ou plataforma ele for aberto.

Infelizmente, para nossa surpresa, descobrimos que não é bem assim. Pelo menos não com os PDF gerados pelo Fast Report.

Alguns dias atrás um cliente entrou em contato nos reportando que um relatório gerado em PDF pelo nosso sistema não estava sendo visualizado corretamente no MacBook. Como eu mesmo tenho um MacBook, fui testar e confirmei o problema. Realmente os textos em negrito e as imagens do relatório simplesmente não apareciam no leitor nativo do Mac OS X.

Mais um pouco de testes e percebi que o problema não era exclusivo do Mac OS, mas também acontecia no iOS (iPad/iPhone/iPod) e no Android. Ou seja, só funcionava corretamente mesmo no Windows.

Apesar do Windows ser ainda a plataforma dominante, a cada dia temos mais usuários nas outras plataformas. Principalmente iOS com com iPad/iPhone e Android, com uma infinidade de aparelhos rodando esse sistema. Por isso não era um problema que poderia ser tratado com pouca importância.

Entramos em contato com o suporte do Fast Report e a primeira resposta que obtivemos foi de que teríamos que embutir as fontes no PDF. Fizemos o que nos pediram e o PDF subiu de 40K para 900K. Isso para um simples relatório de uma página com bem pouco texto. Fizemos testes com PDF gerados por outros aplicativos, usando a mesma fonte do nosso relatório (Arial) e em todos os casos os PDF funcionavam perfeitamente nas outras plataformas sem embutir a fonte. Ou seja, alguma coisa estava errada com o PDF do Fast Report.

Pressionamos mais um pouco o suporte do Fast Report e obtivemos a seguinte resposta:

…you should also understand that pdf is not a simple format and only its more complicated version is really portable. At the moment our pdf produces documents targeted for Windows. We are making steps towards more portability, for example we are developing pdf/a version of the export, but I can’t estimate when really portable pdf export is ready.

Ou seja, os PDFs gerados pelo FR são para Windows apenas e eles não sabem quando uma versão realmente portável estará disponível.

Nós obviamente já estamos procurando outras soluções. Infelizmente temos muitos relatórios em Fast Report, e mesmo diante desse absurdo, por mais que eu gostaria, inicialmente não estamos pensando em trocar de componente de relatório, mas apenas achar uma solução melhor para gerar os PDFs.

Portanto se você usa ou está pensando em usar Fast Report, fique atento com esse detalhe, que na minha opinião, é uma falha monstruosa do componente. Principalmente por saberem disso e não alertarem os clientes, simplesmente divulgando que geram os relatórios em PDF, sem especificar que é um PDF bizarro que vai de encontro ao principal motivo pelo qual o formato foi criado.

SQL Server 2008: Resolvendo erro “filegroup is full”

Ontem um banco de dados SQL Server 2008 Express começou a dar a seguinte mensagem de erro:

System.Data.OleDb.OleDbException: Could not allocate space for object ‘XXX’ in database ‘XXX’ because the ‘PRIMARY’ filegroup is full. Create disk space by deleting unneeded files, dropping objects in the filegroup, adding additional files to the filegroup, or setting autogrowth on for existing files in the filegroup.

Obviamente a primeira coisa que eu fiz foi verificar as configurações dos arquivos do banco. E estava tudo certo, ou seja, crescimento dos arquivos irrestrito, autogrowth ativado, etc. Verifiquei espaço em disco e existiam dezenas de gigas livres.

Depois de uma pesquisada na Internet encontrei alguém que teve o mesmo problema que eu, e resolveu apenas desfragmentando o disco onde o banco de dados estava.

Pois bem, parei o SQL Server e mandei desfragmentar o disco. Quando terminou, reiniciei o serviço do banco e pronto, problema resolvido! Eu achei bem estranho, algo que eu provavelmente não tentaria se não tivesse achado alguma dica, então achei que era algo que valia a pena compartilhar.

UPDATE: Alguns dias depois o problema voltou. Achei estranho porque depois do primeiro caso, agendamos o defrag automático dos discos durante a madrugada.  A mensagem era a mesma e não ajudava muito. Olhando nos logs do Windows fomos descobrir o real problema.

CREATE DATABASE or ALTER DATABASE failed because the resulting cumulative database size would exceed your licensed limit of 4096 MB per database.

Alguém matou? Isso mesmo. Estávamos usando o SQL Server 2008 Express que é limitado a bancos de apenas 4GB e nosso banco tinha acabado de chegar nesse limite. Foi só atualizar para 2008 R2, que tem limite de 10GB, e o problema estava resolvido. Espero que desta vez em definitivo. Ou pelo menos até nosso banco chegar aos 10GB. ;)

TPodcast 2 – Dicas Para Ser Um Bom Desenvolvedor

No segundo episódio do nosso podcast eu e o Leonel comentamos alguns pontos que achamos importantes para ser um desenvolvedor acima da média.

Aproveitamos também para comentar alguns eventos e notícias importantes relacionados a desenvolvimento:

  • Novidades da Embarcadero no Brasil
  • Google I/O 2011
  • TechEd North America 2011
  • Apple WWDC 2011

Além disso, comentei também um pouco da experiência que tive em migrar definitivamente do Subversion para o Mercurial.

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E como sempre, mandem feedback!

Nasce oficialmente o TPodcast

Em primeiro lugar queria agradecer a quem investiu tempo para ouvir nosso episódio piloto. E devido ao ótimo feedback que recebemos, decidimos continuar com o podcast.

Batizamos ele de TPodcast, em homenagem ao padrão de nomeação de classes utilizado no Delphi.

Também já criamos um feed para permitir que assinem no iTunes ou qualquer outro aplicativo do gênero. Veja na página do podcast o endereço. Essa página também vai manter a lista de todos os episódios, para facilitar a localização.

Ainda não definimos o tópico do próximo episódio, mandem mais sugestões!

Podcast Piloto – Social Coding e DVCS

Eu e o Leonel Togniolli colocamos em prática algo que eu queria fazer já há algum tempo. Gravamos um bate papo abordando um tema sobre desenvolvimento. É o nosso episódio piloto do que pode se tornar um podcast sobre desenvolvimento.

Convidei o Leonel porque além de meu amigo, é um desenvolvedor experiente e com quem estou constantemente discutindo sobre desenvolvimento (e games). Mas na verdade eu não queria passar vergonha sozinho, isso sim!

A gravação é simples, feita via Skype mesmo, então ignorem algumas falhas no áudio de vez em quando. E nos dêem feedback, de todo tipo. Se vale a pena continuar com isso, se é perda de tempo, se ficou legal, sugestão de assuntos que podemos abordar em episódios futuros, etc.

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Links comentados no podcast: